O texto de hoje será um tipo de introdução, como que orientações do leitor, para esta «nova» fase deste blog.
Utilizarei este espaço para apresentar alguns elementos, conhecimentos, considerações, reflexões ou simplesmente desabafos, mantendo anónima a minha identidade assim como das eventuais pessoas a que faça referência.
Por vezes dou por mim a ser crítico sobre várias situações do meu contexto profissional, no qual tenho identificado algumas características comuns. Isto é, se analisarmos os diversos contextos organizacionais, encontramos ineficiências resultante de dois factores: horários de trabalho e conflitos interpessoais… de entre estes conflitos estão os que ocorrem entre chefes e subordinados… e como eu não sou chefe, vivo vários chefes incompetentes… com a respectiva pergunta: como é que ali chegaram…?
Sem rigor absoluto, mas naqueles momentos em que usamos um espaço comercial para uma refeição, ao ‘ouvirmos’ conversas ocasionais, constatamos que as discussões estão em trono destes dois elementos…
quinta-feira, 11 de março de 2010
sábado, 13 de fevereiro de 2010
mais uma tentativa
Para aqueles que possam tropeçar neste blog, para aqueles que pensam que ‘posso voltar’, e sobretudo para aqueles que sabem quem sou… aqui vai a notícia:
Vou fazer mais uma tentativa de ‘reanimação’ deste espaço.
Ideias não faltam, acontecimentos abundam, intenção está presente… falta o ‘tal’ clic
Vou fazer mais uma tentativa de ‘reanimação’ deste espaço.
Ideias não faltam, acontecimentos abundam, intenção está presente… falta o ‘tal’ clic
terça-feira, 17 de abril de 2007
De repente passou um ano!
Seria fácil, talvez comum, poder utilizar este momento para um balanço, o que aconteceu, o que foi feito, o que poderia ter sido feito… aquilo que se deveria ter feito, o que está por fazer… mas não!
Mais do que fazer, aqui há espaço para o que se vive! Porque a vida não é apenas o que se faz… muito da vida é efectivamente o que não se faz… pensa-se, imagina-se, deseja-se mas jamais se concretiza!
Não deixa de ser curioso que exactamente um dia antes de fazer um ano de ausência de textos pessoais mas públicos, que surja o recomeço…
A mente tem destas particularidades, como que um relógio invisível, vamos programando a nossa vida, dos mais insignificantes aos mais complexos processos de decisão.
Se considerarmos esta premissa, de que controlamos de forma ‘in’consciente os timmings específicos nas nossas vidas, podemos compreender o facto de certas actividades terem toda a relevância num determinado contexto e/ou serem perfeitamente desajustadas noutros. E daqui decorre o sentimento que por vezes possuímos de que ‘é agora ou nunca’…
Enfim…
Neste momento de recomeço, gostaria de partilhar convosco (sinceramente não sei bem se escrevo aqui para mim ou se para alguém… e se ‘esse’ alguém alguma vez virá a ler…), mas dizia, gostaria de partilhar convosco a apresentação que fiz no âmbito de umas jornadas de enfermagem. O tema era formação em Enfermagem e Bolonha… tema actual, desafio, convite formulado por quem admiro profissionalmente… ingredientes suficientes para motivar e poder vir a ser algo de interessante!
Como de costume, há algum tempo a esta parte que para apresentações em congressos, penso o que dizer, estruturo umas ideias, sistematizo conceitos, preparo apresentação e no momento sai de ‘improviso’. (isto de falar de improviso tem muito que se lhe diga: alguém hábil que mente, alguém que já diz aquilo há muito tempo, ou alguém que se preparou muito bem) isto não está relacionado com a entrevista do 1º ministro…
Assim foi, no dia combinado, à hora (de manhã) marcada lá estava pronto para falar… só que…não saiu como eu tinha imaginado… ficou muito aquém das minhas expectativas… triste! Imediatamente após, falando com alguns ouvintes independentes, recebi felicitações várias. Isto era paradoxal. Ser felicitado, fazer aquele sorriso de circunstância e… pensar, o que é que se está aqui a passar? Depois de reflectir nas 2 da manhã quando terminei a apresentação na noite anterior, nos 90 minutos que demorei no trânsito, no facto de eu ir ‘abrir’ as jornadas, e das expectativas que tinha, concluí que aquilo não estava assim tão mau. Não estava tão bom como desejei, mas não foi tão mau como senti… juntar formação, Bolonha e pintura surrealista, foi muito à frente…
Retiro daqui a importância de relativizarmos as nossas expectativas quer com o que fazemos, quer com o que analisamos… gerir as expectativas permite comemorar se for melhor do que esperávamos, e não chorar se for pior.
(E não me esqueço que esta quinta-feira, os alunos orientados por mim no âmbito das monografias, vão apresentar os trabalhos…) J
É noite, o dia está a terminar ou a começar, olho para o relógio e marcam três menos vinte (02h:40m) … segundo consta, foi a hora a que nasci! Lá fora corre uma brisa quente e suave. Na rua ninguém passeia, corre, grita ou acelera… o mundo parece todo dormir, enquanto por aqui o som do teclado rompe a melodia de companhia…
Jinhos e Abraços, respectivamente e sem trocas...
MK
Mais do que fazer, aqui há espaço para o que se vive! Porque a vida não é apenas o que se faz… muito da vida é efectivamente o que não se faz… pensa-se, imagina-se, deseja-se mas jamais se concretiza!
Não deixa de ser curioso que exactamente um dia antes de fazer um ano de ausência de textos pessoais mas públicos, que surja o recomeço…
A mente tem destas particularidades, como que um relógio invisível, vamos programando a nossa vida, dos mais insignificantes aos mais complexos processos de decisão.
Se considerarmos esta premissa, de que controlamos de forma ‘in’consciente os timmings específicos nas nossas vidas, podemos compreender o facto de certas actividades terem toda a relevância num determinado contexto e/ou serem perfeitamente desajustadas noutros. E daqui decorre o sentimento que por vezes possuímos de que ‘é agora ou nunca’…
Enfim…
Neste momento de recomeço, gostaria de partilhar convosco (sinceramente não sei bem se escrevo aqui para mim ou se para alguém… e se ‘esse’ alguém alguma vez virá a ler…), mas dizia, gostaria de partilhar convosco a apresentação que fiz no âmbito de umas jornadas de enfermagem. O tema era formação em Enfermagem e Bolonha… tema actual, desafio, convite formulado por quem admiro profissionalmente… ingredientes suficientes para motivar e poder vir a ser algo de interessante!
Como de costume, há algum tempo a esta parte que para apresentações em congressos, penso o que dizer, estruturo umas ideias, sistematizo conceitos, preparo apresentação e no momento sai de ‘improviso’. (isto de falar de improviso tem muito que se lhe diga: alguém hábil que mente, alguém que já diz aquilo há muito tempo, ou alguém que se preparou muito bem) isto não está relacionado com a entrevista do 1º ministro…
Assim foi, no dia combinado, à hora (de manhã) marcada lá estava pronto para falar… só que…não saiu como eu tinha imaginado… ficou muito aquém das minhas expectativas… triste! Imediatamente após, falando com alguns ouvintes independentes, recebi felicitações várias. Isto era paradoxal. Ser felicitado, fazer aquele sorriso de circunstância e… pensar, o que é que se está aqui a passar? Depois de reflectir nas 2 da manhã quando terminei a apresentação na noite anterior, nos 90 minutos que demorei no trânsito, no facto de eu ir ‘abrir’ as jornadas, e das expectativas que tinha, concluí que aquilo não estava assim tão mau. Não estava tão bom como desejei, mas não foi tão mau como senti… juntar formação, Bolonha e pintura surrealista, foi muito à frente…
Retiro daqui a importância de relativizarmos as nossas expectativas quer com o que fazemos, quer com o que analisamos… gerir as expectativas permite comemorar se for melhor do que esperávamos, e não chorar se for pior.
(E não me esqueço que esta quinta-feira, os alunos orientados por mim no âmbito das monografias, vão apresentar os trabalhos…) J
É noite, o dia está a terminar ou a começar, olho para o relógio e marcam três menos vinte (02h:40m) … segundo consta, foi a hora a que nasci! Lá fora corre uma brisa quente e suave. Na rua ninguém passeia, corre, grita ou acelera… o mundo parece todo dormir, enquanto por aqui o som do teclado rompe a melodia de companhia…
Jinhos e Abraços, respectivamente e sem trocas...
MK
quinta-feira, 15 de março de 2007
Regresso
Caros amigos,
já passou quase um ano desde o último texto que partilhei.
Efectivamente, verifico que o tempo foge entre o quotidiano, por vezes alucinante e o inesperando, por vezes desesperante.
Como compreendem, as actividades são diversas e as solicitações mais que muitas. não sei se bom se mau, mas acontece... e como em quase tudo, o que mais gostamos deixamos cair... como este blog!
mas tudo isto para dizer que o blog está re-activado...
estou a contar colocar um texto por semana e para isso estão todos convidados(as) a sugerir temas que gostassem de ver debatidos...
Jinhos e Abraços, para elas e para eles respectivamente (sem trocas!)
Mk
já passou quase um ano desde o último texto que partilhei.
Efectivamente, verifico que o tempo foge entre o quotidiano, por vezes alucinante e o inesperando, por vezes desesperante.
Como compreendem, as actividades são diversas e as solicitações mais que muitas. não sei se bom se mau, mas acontece... e como em quase tudo, o que mais gostamos deixamos cair... como este blog!
mas tudo isto para dizer que o blog está re-activado...
estou a contar colocar um texto por semana e para isso estão todos convidados(as) a sugerir temas que gostassem de ver debatidos...
Jinhos e Abraços, para elas e para eles respectivamente (sem trocas!)
Mk
terça-feira, 18 de abril de 2006
FINAL de DIA
Um final de dia... mais um entre tantos outros!
Por vezes sentimos que muito corremos, sem sabermos se fugimos ou perseguimos e frequentemente constatamos que nem saímos ou voltámos ao ponto onde nos encontrávamos.
Mas hoje foi um dia calmo.
De regresso a casa e no aconchego do espaço que efectivamente é nosso, dá para descansar o corpo e deixar voar o ‘espirito’ impulsionado por um livro, uma música ou simplesmente pelo incomensurável talento do pensamento! Desta vez foi a música. É um dos elementos que nos distingue de outros animais – a música! A par do raciocínio lógico e abstracto, matemática, emoções, sonhos... (parece que o homem tornou-se bípede à cerca de 7 milhões de anos, tendo o pensamento matemático surgido à cerca de 5 mil anos!!! Veja-se o reflexo! Evolução exponencial...).
Estava na música, e desta vez coloquei um daqueles cd’s de vários... de um certo tipo de música, verdade, mas sem ser apenas de um único ‘artista’! O som vai inundando o espaço, vai ganhando o seu território, vai passando a barreira do discreto para dominador! Neste crescente de afirmação há um destaque incontornável.
No meio dos seus pares, a sua música distingue-se.
Evidencia uma harmonia fora do vulgar!
É contagiante o ritmo, as mudanças de intensidade, a leveza, o toque, o ‘aperto’ que se sente no peito! Fisicamente parado no sofá sinto um turbilhão na pseudo-ordenada maneira de pensar! Sinto a sua música com enorme satisfação! Faço-lhe um pequeno tributo e coloco um outro cd, agora unicamente com interpretações suas! Pareço aceder ao ‘seu’ pedido, para que seja o artista principal neste meu final de noite!
Agora relaxo... entrego-me na sua condução mais que segura!
Penso em nada! Deixo-me levar! Sinto a magnitude de alguém que é capaz de tamanhas composições!
Como terá sido possível, vivendo em determinadas condições, e durante tão pouco tempo (apenas 35 anos), deixar um legado tão rico!
Para quem não conhece vale a pena ouvir!
Para quem já conhece vale a pena apreciar!
Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791)
Mk
Por vezes sentimos que muito corremos, sem sabermos se fugimos ou perseguimos e frequentemente constatamos que nem saímos ou voltámos ao ponto onde nos encontrávamos.
Mas hoje foi um dia calmo.
De regresso a casa e no aconchego do espaço que efectivamente é nosso, dá para descansar o corpo e deixar voar o ‘espirito’ impulsionado por um livro, uma música ou simplesmente pelo incomensurável talento do pensamento! Desta vez foi a música. É um dos elementos que nos distingue de outros animais – a música! A par do raciocínio lógico e abstracto, matemática, emoções, sonhos... (parece que o homem tornou-se bípede à cerca de 7 milhões de anos, tendo o pensamento matemático surgido à cerca de 5 mil anos!!! Veja-se o reflexo! Evolução exponencial...).
Estava na música, e desta vez coloquei um daqueles cd’s de vários... de um certo tipo de música, verdade, mas sem ser apenas de um único ‘artista’! O som vai inundando o espaço, vai ganhando o seu território, vai passando a barreira do discreto para dominador! Neste crescente de afirmação há um destaque incontornável.
No meio dos seus pares, a sua música distingue-se.
Evidencia uma harmonia fora do vulgar!
É contagiante o ritmo, as mudanças de intensidade, a leveza, o toque, o ‘aperto’ que se sente no peito! Fisicamente parado no sofá sinto um turbilhão na pseudo-ordenada maneira de pensar! Sinto a sua música com enorme satisfação! Faço-lhe um pequeno tributo e coloco um outro cd, agora unicamente com interpretações suas! Pareço aceder ao ‘seu’ pedido, para que seja o artista principal neste meu final de noite!
Agora relaxo... entrego-me na sua condução mais que segura!
Penso em nada! Deixo-me levar! Sinto a magnitude de alguém que é capaz de tamanhas composições!
Como terá sido possível, vivendo em determinadas condições, e durante tão pouco tempo (apenas 35 anos), deixar um legado tão rico!
Para quem não conhece vale a pena ouvir!
Para quem já conhece vale a pena apreciar!
Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791)
Mk
quinta-feira, 13 de abril de 2006
SEXTA-FEIRA 13
Sexta-feira 13!
Em Lisboa, nas ‘docas’ no T (aquela marca de automóveis japonesa, onde Deming aplicou os princípios de qualidade, melhoria contínua, com enorme sucesso) Box!
Gostei bastante do espectáculo. Pela história, pela representação, pela encenação, pelas músicas dos ‘Xutos’!
Inicialmente quando me disseram que era um musical pensei nos musicais do La Féria... interessantes mas... para outro tipo de população!
O 6ª/13 é jovem, dinâmico, envolvente, problemas reais, personagens reais (não são os morangos... mas há muito açucar).
Constatamos também a elevada relevância dos ‘Xutos’ (e quase todos nos esquecemos dos ‘pontapés’) no contexto musical português!
Para quem quiser assistir, na minha opinião fiquem na plateia de pé, deixem os lugares sentados para os ‘mais necessitados’!
Beijos e Abraços
Mk
Em Lisboa, nas ‘docas’ no T (aquela marca de automóveis japonesa, onde Deming aplicou os princípios de qualidade, melhoria contínua, com enorme sucesso) Box!
Gostei bastante do espectáculo. Pela história, pela representação, pela encenação, pelas músicas dos ‘Xutos’!
Inicialmente quando me disseram que era um musical pensei nos musicais do La Féria... interessantes mas... para outro tipo de população!
O 6ª/13 é jovem, dinâmico, envolvente, problemas reais, personagens reais (não são os morangos... mas há muito açucar).
Constatamos também a elevada relevância dos ‘Xutos’ (e quase todos nos esquecemos dos ‘pontapés’) no contexto musical português!
Para quem quiser assistir, na minha opinião fiquem na plateia de pé, deixem os lugares sentados para os ‘mais necessitados’!
Beijos e Abraços
Mk
quarta-feira, 12 de abril de 2006
PÁSCOA
Estamos em época de Páscoa. Sobre a relevância do momento, a festividade e os comportamentos associados, é frequente ouvirmos o discurso ‘acusatório’ de há pra’i uns que não sendo católicos mas comemoram os feriados religiosos!
Independentemente da posição de ser tem na relação com o ‘transcendente’ devo confessar que admiro a capacidade de manutenção, eu diria perpetuação, dos princípios, feitos, valores e crenças da vida de um só homem – Jesus Cristo!
Conhecem alguma outra área social, do pensamento, da razão ou da filosofia tão marcante como a JC?
Será a fé? Algo em que se acredita (crença, convicção em alguém ou alguma coisa; convicção;) Será o ‘marketing’ da igreja? Será o resultado da procura de alento perante as dificuldades individuais, sociais, económicas, políticas e culturais? Será a tentativa de resposta ao ‘vazio’ em que a ciência por vezes nos coloca?
Se frequentarmos uma igreja católica (e perdoem-me as outras religiões) e observarmos com atenção o perfil dos frequentadores, encontramos mais mulheres que homens, mais ‘cotas’ que jovens, mais humildes que abastados... existirá nas mulheres alguma preocupação maior que nos homens? Estarão os jovens mais preocupados em viver a vida do que pensar a morte? Mas será que os jovens de hoje, cotas de amanhã, preocupar-se-ão com a religiosidade quando o forem? Estarão os ‘ricos’ preocupados com os bens materiais e os pobres ‘ai, valha-nos deus’? será que o contexto social actual está mais preocupado com outras temáticas ou está mais distraído?
Talvez existam algumas respostas... dentro de cada um de nós!
Enquanto isso comemorem a Páscoa, como momento de elevada religiosidade ou como motivo para ir à praia...
Beijos e Abraços
Mk
Independentemente da posição de ser tem na relação com o ‘transcendente’ devo confessar que admiro a capacidade de manutenção, eu diria perpetuação, dos princípios, feitos, valores e crenças da vida de um só homem – Jesus Cristo!
Conhecem alguma outra área social, do pensamento, da razão ou da filosofia tão marcante como a JC?
Será a fé? Algo em que se acredita (crença, convicção em alguém ou alguma coisa; convicção;) Será o ‘marketing’ da igreja? Será o resultado da procura de alento perante as dificuldades individuais, sociais, económicas, políticas e culturais? Será a tentativa de resposta ao ‘vazio’ em que a ciência por vezes nos coloca?
Se frequentarmos uma igreja católica (e perdoem-me as outras religiões) e observarmos com atenção o perfil dos frequentadores, encontramos mais mulheres que homens, mais ‘cotas’ que jovens, mais humildes que abastados... existirá nas mulheres alguma preocupação maior que nos homens? Estarão os jovens mais preocupados em viver a vida do que pensar a morte? Mas será que os jovens de hoje, cotas de amanhã, preocupar-se-ão com a religiosidade quando o forem? Estarão os ‘ricos’ preocupados com os bens materiais e os pobres ‘ai, valha-nos deus’? será que o contexto social actual está mais preocupado com outras temáticas ou está mais distraído?
Talvez existam algumas respostas... dentro de cada um de nós!
Enquanto isso comemorem a Páscoa, como momento de elevada religiosidade ou como motivo para ir à praia...
Beijos e Abraços
Mk
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